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Atentados: Polícia confirma mais de cem mortos em casa de show em Paris

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Tiroteios e explosão deixam mortos em Paris31 fotos

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13.nov.2015 - Policiais franceses removem pessoas de rua em Paris, na França, após uma série de ataques na capital francesa. Tiroteios e explosões aconteceram na noite desta sexta-feira (13) na capital francesa. A polícia relatou ao menos duas explosões nas proximidades do estádio Stade de France, onde o presidente francês, François Hollande, acompanhava um amistoso da seleção francesa Leia mais Kenzo Tribouillard/AFP
A polícia francesa confirmou na noite desta sexta-feira (13) que pelo menos cem pessoas foram mortas dentro da casa de shows Bataclan, em Paris, onde homens armados abriram fogo durante um show. Três terroristas foram mortos pela polícia no local.
Mais cedo, autoridades confirmaram que cerca de cem reféns estariam na casa de espetáculos Bataclan, onde estava acontecendo a apresentação da banda Eagles of the Death Metal. Cerca de 1.500 espectadores estavam presentes no evento. 
O empresário da banda afirmou que ainda tenta obter informações sobre os integrantes.
A cidade registrou uma série de atentados terroristas em locais com grande concentração de pessoas: além da casa de shows, foram alvo dos ataques um bar e Stade de France, onde França e Alemanha disputavam um amistoso e onde o presidente da França, François Hollande, acompanha a partida.
Segundo testemunhas, os atiradores da casa de shows Bataclan teriam atirado contra a multidão gritando "Allahu Akbar" ("Deus é grande"), contou uma testemunha entrevistada pela rádio France Info. "Com minha mãe nós conseguimos fugir do Bataclan (...), conseguimos evitar os tiros, havia muitas pessoas pelo chão", contou o jovem, chamado Louis.
"Os homens chegaram e começaram a atirar no local da entrada", disse. "Eles atiraram contra a multidão gritando 'Allahu Akbar' com os fuzis em punho, eu acho".
"Eu ouvia eles carregando, o show parou, todo mundo deitou no chão, eles continuavam atirando nas pessoas...minha nossa, foi um inferno", continuou o rapaz, a voz embargada de choro.
"Eu peguei minha mãe, nós estávamos deitados no chão, alguém disse 'eles foram embora', nós saímos por uma saída de segurança, ainda dava para ouvir os tiros quando fomos embora, tivemos que pular os corpos, foi um pesadelo", disse a testemunha, que disse não ter visto os atiradores, apenas "silhuetas quando eles começaram a dar os primeiros tiros". (Com agências internacionais)

UOL

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