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Paraíba já tem três casos suspeitos de H1N1 sendo investigados

Tatiana Medeiros, gerente da 3ª GRS
                    Tatiana Medeiros, gerente da 3ª GRS                                  









Já são três os casos suspeitos de gripe H1N1 que estão em investigação na Paraíba. A gerente regional da 3ª Gerência Regional de Saúde, que abrange 42 municípios, Tatiana Medeiros, disse que após o primeiro caso de paciente suspeito de ter o vírus H1N1, mais dois surgiram alguns dias depois, no Trauma de Campina Grande. Contudo, ela afirma que os números não caracterizam surto.  
O resultado dos exames para confirmar ou descartar a doença ainda não saiu. O primeiro caso suspeito foi notificado no dia 11 deste mês e ocorreu em uma paciente de 25 anos. Ela foi tratada e isolada. Foi coletado o material da paciente e enviado para um laboratório no Rio de Janeiro para investigação, que deve confirmar ou descartar o caso. Tatiana informou que nos outros dois casos foram seguidos todos os protocolos recomendados pelo Ministério da Saúde.
Tatiana disse ainda que a campanha de vacinação contra a gripe está prevista para iniciar no dia 30 de abril, que será o dia D. Com base nos números de notificações, ela não vê necessidade de antecipação da vacinação.
A doença - A H1N1 é popularmente conhecida como gripe suína. Ela é uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus pandêmico (H1N1) 2009.  E é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou espirro e do contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. Ela é causada por diferentes subtipos do vírus influenza.
Os sintomas são muito parecidos com o da gripe comum e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, ao apresentar estes sintomas, seja pela gripe comum ou pela nova gripe, deve-se procurar seu médico ou um posto de saúde.
Vacina - Ela é a mesma da gripe comum. A dose, via injeção, protege contra os subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. Conforme o Ministério da Saúde, 1.794 pessoas foram internadas no ano passado em decorrência de complicações da gripe e 326 morreram. A cepa H1N1 foi a que provocou o maior número de óbitos (163), seguido do H3N2 (105).
A vacina é contraindicada a pessoas com histórico de reação anafilática em doses anteriores e a quem tem algum tipo de alergia grave à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.
Tatiana Medeiros,gerente regional da 3ª Gerência Regional de Saúde, os casos são em CG (Foto: Divulgação) 


Do Clickpb 

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