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JP registra 300 casos de calazar em animais este ano; veja como cuidar do seu Pet

Em seis meses, mais de 1,9 mil testes forma feitos em JP
Em seis meses, mais de 1,9 mil testes forma feitos em JP

Ao identificar sintomas, é aconselhável levar o cão para o Centro de Zoonoses para fazer o teste rápido
O Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa confirmou 300 casos de leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, até junho deste ano. Desde janeiro, foram feitos 1.939 testes em animais. Veja abaixo orientações de como cuidar do seu pet.

Segundo o Zoonoses, os exames foram feitos nos animais levados espontaneamente pelos proprietários ao suspeitar de que o pet pudesse estar com a doença. Os testes são realizados através da coleta de sangue dos cães.

“Disponibilizamos esse teste diariamente, das 8h às 18h, para as pessoas que tenham cachorro e suspeitem que eles estejam doentes. Não há necessidade de marcação e o resultado do exame fica pronto em até 30 minutos”, explicou o gerente do Centro de Zoonoses da Capital, Nilton Guedes.

Dando o resultado positivo para a leishmaniose visceral, o usuário retorna com o cão para casa e a amostra de sangue do animal é enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para um exame mais completo e o diagnóstico definitivo. “Somente com esse resultado do Lacen é que procuramos o dono do animal infectado e pedimos a entrega do cão para ser eutanasiado. Tudo isso é explicado à população quando eles procuram os nossos serviços”, afirmou Nilton Guedes.

Os testes rápidos para diagnóstico do calazar são feitos desde 2013 e, além da demanda espontânea, as equipes do órgão também fazem busca ativa nas áreas endêmicas e onde há casos confirmados da doença. “Temos ainda um trabalho educativo com as Ongs e os protetores de animais, onde temos conseguido identificar mais rápido a doença e prevenir o contágio para que outros cães não sejam contaminados”, disse o gerente do Centro de Zoonoses.

Doença

A leishmaniose visceral ou calazar é transmitida pelo mosquito-palha, conhecido popularmente como ‘birigui’. Quando o inseto é portador do protozoário Leishmania chagasi, ele introduz, ao picar um cão, o parasita na corrente sanguínea do animal. Além dos cachorros, a doença pode afetar roedores e animais silvestres, como gambás e raposas.

O calazar pode manifestar sinais visíveis nos cães, como o crescimento excessivo das unhas, perda de pelo, ferimentos que não cicatrizam, principalmente na ponta da orelha e da calda, e emagrecimento rápido. Ao identificar qualquer um desses sintomas, é aconselhável levar o cão para o Centro de Zoonoses para fazer o teste rápido.

“Apesar de haver cura para o humano infectado com calazar e identificado precocemente, não há tratamento e cura para os cães. Inclusive, o Ministério da Saúde e o Conselho Regional de Veterinária já alertaram os profissionais da área sobre isso. Infelizmente, a única medida é a eutanásia do animal para evitar o risco de contaminação”, alertou a veterinária do Centro de Zoonoses, Suely Silva.

Serviço

O Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa fica localizado na Avenida Walfredo Macedo Brandão, n° 100, Bancários. O serviço disponibiliza os telefones 3218- 9357 e 0800 2827959 para atendimento à população.

Portal Correio da Paraíba

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