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Paraíba Veja só esse caso

Corretora é suspeita de matar bebê de nove meses asfixiado, em João Pessoa

Familiares informaram que ao acordarem nas primeiras horas da manhã, a mulher estava apertando a criança enquanto a amamentava e que ao tirarem o bebê do colo da mãe, ele já estava sem vida.

09/01/2021 14h42
Por: Redação Fonte: /paraiba.com.br/
Foto: Letícia Silva/Paraíba.com.br
Foto: Letícia Silva/Paraíba.com.br

A Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil foram acionadas na manhã deste sábado (9) para um ocorrência no bairro do Bessa, onde uma corretora é suspeita de matar o próprio filho, de nove meses, asfixiado.

O delegado Ademir Fernandes, contou à reportagem da TV Arapuan, que, segundo os familiares, essa foi a primeira vez que a mulher teve um surto desse tipo, mas que ela já tinha histórico, apesar de não estar sofrendo por depressão. A mãe não foi ouvida, pois será encaminhada para um hospital psiquiátrico. Após passar o surto, irá prestar depoimento.

“Era o primeiro filho dela, muito cuidado e muito amado, ela acreditava não poder ter filhos, mas teve e ficou muito feliz. O pai confirmou que ela era uma mãe dedicada, ele está abaladíssimo, destroçado. Eles estavam separados, mas mantinham uma relação amigável. Era uma família boa, amorosa, mas aconteceu essa tragédia. Não cheguei a conversar com a mãe devido à situação psicológica dela”, disse.

De acordo com o delegado, a mulher pode ser enquadrada por infanticídio ou homicídio depender das circunstâncias, mas também vai observar as condições que ela tem.

Familiares informaram que ao acordarem nas primeiras horas da manhã, a mulher estava apertando a criança enquanto a amamentava e que ao tirarem o bebê do colo da mãe, ele já estava sem vida.

O perito Ademar Roberto, confirmou que a causa da morte foi asfixia. “A criança estava no quarto do casal, sobre a cama coberta com lençol, já em estado de rigidez, não foi encontrado nenhum ferimento. Deve ter acontecido muito cedo, provavelmente na madrugada”, contou.

Estavam na casa, no momento do fato, a mulher, o tio, a tia dela e um amigo da família, mas só residiam no local, ela, o tio e a criança.

Marília Domingues/Letícia Silva

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